Doçaria tradicional

  • Sardina de chocolate, postre oficial del Carnaval de Madrid
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  • Torrijasreposteriatradicional_1409160067.523.jpg
  • Churros en el Mercado de San Miguel
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  • Fruta escarchada Casa Mira
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  • Huesos de santo de El Riojano
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  • Roscones de Reyes Pastelería El Pozo
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  • Turrones Casa Mira
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A cultura gastronómica da nossa cidade é rica em doces tradicionais, muitos deles associados a determinadas datas e celebrações, e outros que se podem comprar durante todo o ano. Com receitas regionais, muitas das quais de influência árabe, a doçaria madrilena inclui também especialidades de outras regiões espanholas, que evidenciam o papel de Madrid como cidade tradicional de acolhida de gentes procedentes de diferentes lugares do país. Entre os doces mais caraterísticos podemos mencionar as torrijas, os churros, os huesos de santo e os barquillos.

São numerosas as pastelarias que podemos encontrar em Madrid, algumas de tradição centenária, como La Antigua Pastelería del Pozo, El Riojano, La Mallorquina ou Viena Capellanes. Enquanto que, entre as recém-chegadas, destacamos Mamá Framboise, La Duquesita, Nunos, Vait, Manolo e El Horno de San Onofre.

Como muitos dos seus produtos estão associados a datas populares e festejos religiosos, não é de estranhar que durante esses dias os estabelecimentos madrilenos estejam sempre cheios. Estes são alguns dos doces mais caraterísticos:

  • Roscón de reyes (rosca de Reis): cada Natal este delicioso bolo, elaborado com água de flor de laranjeira e decorado com frutas cristalizadas, regressa às confeitarias da cidade para celebrar o Dia de Reis. Com ou sem recheio - nata, trufa, creme ou chocolate -, no seu interior esconde habitualmente um pequeno brinde e uma fava, que determinará, segundo reza a tradição, a boa ou a má sorte dos que o encontrem.
  • Turrones: outro doce tradicional que não pode faltarr na mesa no Natal. De vários tipos, você pode encontrar de gema torrada, de frutas, brancos e duros, ou chocolate. Colas longas são formadas na frente da porta da Casa Mira. Loja que abriu suas portas em 1942 e que presume ser a casa de turrones mais famosa de Madri.
  • Panecillos de San Antón (pãezinhos de Santo António): no dia 17 de janeiro, muitas pessoas se dirigem à igreja na rua Hortaleza para bendizer as suas mascotes, e para festejar assim o Dia de San Antón Abad, protetor dos animais. Os pãezinhos de Santo António, baseados numa receita simples e também abençoados, acompanham este ritual tradicional.
  • Torrijas (rabanadas): é o doce por excelência da Semana Santa, e está presente em muitos pontos do país, embora estas rabanadas de pão embebidas em ovo, leite ou vinho adquiram o seu toque especial na nossa região, pelo mel com que se cobrem.
  • Rosquillas de San Isidro (rosquilhas de São Isidro): no dia 15 de maio, dia de São Isidro, celebram-se em Madrid as festas municipais em honra do seu patrono, na ermida dedicada ao santo, onde se degusta este tradicional produto, acompanhado por um copo de água da fonte que leva o nome do santo. Existem duas variantes: as listas (espertas), banhadas em açúcar, e as tontas, às quais não se acrescenta nada.
  • Huesos de santo (ossos de santo): estes doces canudos, elaborados com amêndoa, estão associados à celebração do Dia de Todos os Santos, no dia 1 de novembro e, embora tradicionalmente fossem recheados de doce de gema de ovo, podem encontrar-se hoje em dia com uma grande variedade de sabores, como chocolate, coco, iogurte, etc.
  • Buñuelos de viento (bolos de vento): tal como acontece com os huesos de santo, estes bolos também são tradicionalmente consumidos no dia 1 de novembro, recheados de nata ou de creme.
  • Coronas de la Almudena (coroas da Almudena): criadas pelos pasteleiros madrilenos nos anos oitenta, com a intenção de honrar aquela que é, ao mesmo tempo, a padroeira de Madrid e do seu grémio, a Virgem de Almudena, aparecem nos escaparates das pastelarias no dia 9 de novembro, em que se celebram os festejos em honra da Virgem da Almudena. Com uma receita simples, este bolo é muito parecido com o roscón de reyes na sua forma e ingredientes, embora as coroas sejam de menor tamanho, e não incluam água de flor de laranjeira nem frutas cristalizadas, que são substituídas por cerejas, creme, amêndoas, etc., e também podem incluir um recheio de creme, nata ou trufa.

Por outro lado, em Madrid encontraremos uma série de doces que não estão relacionados com festividades específicas, e que se podem saborear durante a maior parte do ano:

  • Churros: estas tiras cilíndricas estriadas, fritas em óleo, polvilhadas com açúcar e que em Madrid se distinguem pela sua forma de laço, são ideais para acompanhar o pequeno-almoço ou o lanche. Na manhã do Dia de Ano Novo é habitual tomar os churros acompanhados por uma chávena de chocolate espesso, para terminar uma noite de festa.
  • Barquillos (barquilhos): embora o ofício de barquillero esteja praticamente extinto, era habitual ver estes vendedores pelas ruas da cidade, com um grande bidão com um mecanismo de roleta, em que os populares apostavam para conseguir um dos populares barquilhos cilíndricos ou achatados.
  • Chocolate a la taza: com a chegada do frio, esta bebida quente e densa converte-se no complemento perfeito para uns churros ao pequeno-almoço e ao lanche, que se podem desfrutar em qualquer dos muitos cafés e confeitarias de Madrid.A Chocolatería de San Ginés é um dos lugares históricos para saborear um dos melhores chocolates quentes.
  • Bartolillos: tal como os churros e os pestiños, estes enormes doces de forma quase triangular recheados de creme são fritos com muito cuidado em óleo bem quente.
  • Pestiños: denominados frutas da sertã pelo seu processo de elaboração, estos doces de origem árabe caraterizam-se por serem banhados em abundante mel ou açúcar depois de fritos.

 

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