DRAO Producciones e a Companhia Clásicos de la Lírica apresentam uma nova versão de La Magia de la Zarzuela. Desta vez a temporada decorrerá no UMusic Hotel Teatro Albéniz. De 16 de junho a 8 de julho, o público poderá desfrutar de três grandes títulos do reportório de zarzuela madrileno: Agua, azucarillos y aguardiente, La del manojo de rosas e La Revoltosa.
Sob o lema La emoción de siempre, ahora en el Albéniz (A emoção de sempre, agora no Albéniz), esta iniciativa continua a dar a conhecer ao público a essência mais viva deste género lírico espanhol, reunindo os amantes da zarzuela, do teatro e do musical. O público poderá desfrutar da frescura e do bulício de Madrid em época de verão com a zarzuela Agua, azucarillos y aguardente (Água, açúcar e aguardente), do carácter castiço e contemporâneo de La del manojo de rosas (A do ramo de rosas) e da vibrante espontaneidade de uma típica corrala em La Revoltosa A Revoltosa). Três histórias, três estampas, três maneiras de entender uma mesma tradição, que continua a emocionar todas as gerações.
O ciclo arranca com a representação de Agua, azucarillos y aguardiente, uma zarzuela num só ato, com libreto de Miguel Ramos Carrión e música de Federico Chueca. O argumento tem como personagens principais Asia, uma rapariga pedante, e a sua mãe, Dona Simona, recém chegadas a Madrid, onde vivem uma existência miserável, devendo dinheiro até ao seu caseiro. Uma carta do seu tio aconselha-as a regressar à aldeia (Valdepatata), onde o seu primo está ansioso por se casar com Asia. Mas esta sonha com Serafín, o filho de um ex-ministro.
Segue-se a zarzuela La del Manojo de Rosas. Estreada em Madrid em 1934, com libreto de Francisco Ramos de Castro e Anselmo Cuadrado Carreño, é considerada uma das obras mais emblemáticas da zarzuela, pela sua mistura de comédia, romance e crítica social e pela beleza da sua música. Na praça Delquevenga da cidade de Madrid dos anos 30 existe um bar, uma oficina de mecânica e uma florista com o nome “El manojo de rosas”, onde trabalha Ascensión, uma mulher que atravessa dificuldades, mas que está orgulhosa do seu trabalho e da sua condição operária.
A última zarzuela a subir à cena será La Revoltosa, um sainete lírico em um ato, com libreto de José López Silva e Carlos Fernández Shaw e música do maestro Ruperto Chapí. O argumento decorre no pátio dos vizinhos do interior de uma típica corrala madrilena de começos do século XX. Felipe, um dos vizinhos, presume de ser o único que se resiste aos encantos de Mari Pepa, embora na realidade esteja totalmente apaixonado por esta .
Programação:
- 16, 17, 18, 21, 22, 24 e 24 de junho, às 20:00 h - Agua, Azucarillos y Aguardiente
- De 28 de junho a 1 de julho, às 20:00 h - La del Manojo de Rosas
- De 5 a 8 de julho, às 20:00 h - La Revoltosa